
Como surgiu o 3 por 4
Os idealizadores deste projeto foram unidos pelo destino.
A vida nos colocou na mesma empresa! Logo descobrimos uma bela amizade, onde houve um entrosamento e, confesso, parece que nos conhecemos há muuuito tempo!
Sempre respeitamos a opinão e os anseios de cada um, e com o tempo sentimos a necessidade de criar algo diferente onde você pode ser o que quiser. Esse é um sonho que está sendo realizado com muito amor e vontade de dar o que cada um de nós tem de melhor...
Queridos visitantes deste blog, criamos este espaço para mostrarmos para o mundo que: gays e heterossexuais podem viver em total harmonia, sintonia e acima de tudo muito respeito! Sejam muito bem vindos!
Apresentação
Somos os 3 por quatro!
E criamos este blog para ser um lugar LIVRE.
Onde podemos expressar o verdadeiro sentimento que cada um guarda em si.
Aqui não tem lugar para nenhum tipo de preconceito ou caretice.
VIVA A DIVERSIDADE!!!
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
RIO - Uma Homenagem do Tamanho do meu AMOR

Amigos, estive fora durante quase todo o mês de novembro de férias.
Nesses dias fora, não pude atualizar o blog como gostaria e por este motivo, peço desculpas! Antes de sair de férias, eu fui ao cinema finalmente assistir ao “Tropa de Elite 2 “. Não tive como atualizar o blog para dar a minha opinião relativa ao filme e por isso, agora, digo o quanto me senti , digamos, envergonhada por tudo que pude acompanhar no desenrolar da ficção, que no fundo sabemos que é a pura e irrestrita realidade.
Tropa de Elite realmente chegou no momento certo e levantando as questões certas. Precisávamos realmente de um empurrão sem demagogia e sem tato para que tudo ficasse claro e dolorido dentro de nós. Muitas vezes, acabamos não querendo entrar em questões como política ou economia de nosso país, mas como não entrar, se fazemos parte disso. Fazemos parte sim, do sistema em que vivemos, e por isso, não podemos simplesmente fingir que não importa!
Bom, em um determinado momento de nossa viagem, por intermédio de alguns amigos que nos comunicávamos via MSN e Tb pelo facebook, soube que meu Rio estava em guerra. E era uma guerra pra valer, não era filme, era real e aterrador.
Neste momento, tive a certeza que faria parte de um momento histórico que tanto acreditei que um dia pudesse ver. O Rio de Janeiro será retomado legitimamente das mãos da bandidagem. Eu fiquei realmente em estado de graça. Era o começo sem volta, o começo de um novo estado, de uma nova realidade para todos nós.
Cheguei no Rio, no dia 25/11 Às 15h. Foi uma semana tensa para todos nós, mas hj vejo mais claramente o quanto valeu a pena tudo que passamos. O início de uma nova era!
E para homenagear a cidade que me acolheu e que me criou, EU dôo todo o meu amor e respeito, com este vídeo que tanto me faz lembrar o quanto é maravilhoso TE AMAR, MEU RIO DE JANEIRO!
Eu me emocionei de chorar copiosamente.... Tenho orgulho dessa cidade e de meu País... Sou carioca não da gema, mas de coração e depois de todos os problemas que enfrentamos durante estes dias de guerra na cidade, ver um vídeo desse me dá orgulho de viver nesta cidade realmente maravilhosa.
Espetacular!!!!! Parabéns a TAP pela iniciativa e homenagem
Postagem: Alessandra Gama
domingo, 7 de novembro de 2010
Bloomington - O filme
Título Original: BloomingtonPaís de origem: EUA
Gênero: Ficção
Diretor: Fernanda Cardoso
Duração: 83 min.
Classificação: 18
Sinopse:
Uma moça que foi atriz na infância matricula-se em uma faculdade para dar um novo rumo à sua vida. Lá, ela conhece uma professora que a seduz e as duas começam um romance proibido. Quando a ex-atriz recebe uma proposta para voltar a Hollywood, o romance é posto em cheque, e ela precisará escolher entre a carreira e seu primeiro amor.
Link para Download
Fonte: 3prquatro
RMVB Legendado (Megaupload)
Comentário:
O filme é bonitinho, o romance acontece muito rápido e dá a impressão de que vai engrenar, porém, nem tudo é um mar de rosas. Realmente esperava muito mais dessa produção e de sua diretora. Mesmo assim, vale a pena assistí-lo.
Bom filme!
Postagem e texto: Alessandra Gama
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Almada: “Não deixemos que a vitória nos faça esquecer que o inimigo é forte”

Fonte: Escrevinhador
por: Isaias Almada
Bem que o Brasil do atraso tentou, o Brasil da calúnia, da infâmia, da subserviência, o Brasil que perdeu a noção da História e da realidade em que vive e da realidade que o cerca. Não adiantou o cidadão e candidato José Serra e a oposição que representa construírem uma estratégia eleitoral torpe, baseada no ódio, na intolerância e no preconceito, pois o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostrou que parte de sua acertada estratégia política está cumprida ao eleger sua candidata e sucessora.
Vitória da perspicácia, da sensibilidade no trato das coisas políticas, da coragem pessoal em confrontar, à sua maneira, a oligarquia que deixou o governo em 2002. E o fez com paciência e tentativas de diálogo e – sobretudo – com o conhecimento do seu povo. É preciso reconhecer: haja sociologia para explicar 83% de aprovação popular a um governo no Brasil. Já disse alguém que a política é a arte do possível. Para muitos, infelizmente, ainda é difícil entender isso. À direita e à esquerda.
Ontem, 31 de outubro de 2010, venceu o Brasil que quer continuar mudando, que busca alternativas para se tornar um país mais soberano e menos injusto. Venceu o povo brasileiro mais sofrido e humilde. Venceu novamente a esperança. Ou, para os menos otimistas, a possibilidade de se continuar tendo esperança. E ouso dizer também que, mais do que o Brasil, venceu a nova América Latina de Chávez, Morales, Correa, Lugo, Cristina e Nestor, Castro, Funes, Mujica e Ortega.
Os miasmas da intolerância e de um fascismo travestido de faniquitos democráticos não muito bem explicados em manifestos e editoriais jornalísticos, em telejornais e revistas de final de semana, em violência e profanação religiosa, em tentativa de manipulação da opinião do eleitor, nos últimos três meses, ou se quisermos, nos últimos oito anos, não foram suficientes para desviar milhões de eleitores brasileiros da rota de um desejo sincero de ver o Brasil mais justo, mais independente e de olhos postos no futuro e não no passado.
Retomando a História interrompida com a morte de Getúlio Vargas e traumatizada pelo golpe civil/militar de 1964, que derrubou um governo eleito democraticamente, a vitória de Dilma Roussef faz uma ponte com nosso passado ainda recente e relança as bases de um protagonismo popular para o futuro, fazendo o país voltar ao leito democrático de onde foi retirado pela força de tanques e baionetas apoiados pelo Departamento de Estado norte americano, esse mesmo Estado que continua a insistir com sua política de desestabilizar governos eleitos democraticamente, como a Venezuela de Chávez, a Bolívia de Evo Morales, a Honduras de Manuel Zelaya ou o Equador de Rafael Correa. E que, com certeza, não dará tréguas ao governo de Dilma Roussef. É bom que não nos esqueçamos disto no calor e na alegria da vitória.
No vácuo da repressão policial/militar da ditadura, com a sua falta de garantias democráticas plenas, instalou-se também no Brasil, em anos mais recentes, a ditadura do poder econômico, impondo-se entre nós o pensamento e a prática hegemônica neoliberal, assumida por uma social democracia encantada com a possibilidade de chegar ao poder político, como de fato chegou, com a chamada redemocratização do país na metade dos anos oitenta. E com o sonho de lá permanecer por pelo menos 20 anos, no dizer de alguns de seus caciques, começando com a imoral compra de votos para a reeleição do seu até então maior ideólogo, Fernando Henrique Cardoso, o presidente das privatarias e traidor do povo brasileiro. Essa prática política encantou àqueles que olharam o país e a História com o binóculo posto ao contrário.
Nesses últimos cinquenta anos de História, tanto uma, a ditadura, quanto o outro, o poder econômico imposto pelo Consenso de Washington, tiveram a seu lado aquele que pode ser considerado o mais forte aliado do mundo contemporâneo: a força do quarto poder, a mídia. Jornais, rádios, televisões, revistas, em grande parte subsidiados ideologicamente por pensadores e acadêmicos de dentro e de fora do país, fizeram de seus editoriais e matérias jornalísticas a apologia diária do paraíso para o capital transnacional, com seus deslumbrados e submissos defensores internos, ao mesmo tempo em que combatiam e dilapidavam as garantias e a defesa dos direitos dos trabalhadores através do arrocho salarial, da terceirização de serviços, do aumento do desemprego, do desestímulo às reivindicações de inúmeras categorias profissionais, da privatização de empresas nacionais estratégicas, agindo contra os interesses nacionais, da criminalização dos movimentos sociais, mantendo intacto – de certa maneira – o arcabouço repressivo ditatorial com um inquestionável conservadorismo na sua prática política.
Tudo isso sustentado por uma democracia e uma Constituição, aquela que melhor se pôde arranjar em 1988, a tal Constituição Cidadã, um imenso tratado com quase quinhentos artigos, tamanho o número de interesses a serem contemplados e acomodados, e que ainda assim, na prática, vem sendo solapada e substituída no dia a dia por um mecanismo anacrônico denominado Medida Provisória, que sempre poderá agradar ou desagradar a gregos e troianos, conforme os interesses de momento e o grupo que estiver no poder político.
Em verdade, passamos a viver a partir da segunda metade dos anos 80 um arremedo de democracia. Dá para o gasto, é claro, pois sempre podemos encher a boca e dizer que vivemos num país democrático, e sob vários aspectos isso é verdade, muito embora os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, com as honrosas exceções de sempre, se deixaram ou ainda se deixam escorregar tentadoramente por caminhos tortuosos, para dizer o menos, quando fica bastante evidente a verdadeira luta de classes no país.
A recente campanha eleitoral deixou à mostra como muitos brasileiros entendem a democracia: um regime de privilégios que é preciso manter a ferro e fogo, sempre e quando para isso se use tais “privilégios” para arrasar o adversário, assassinar sua reputação, atribuindo-lhe as piores qualidades morais e profissionais. São os democratas de fins de semana, dos almoços dominicais com a família. Hipocrisia que a campanha do candidato José Serra mostrou à perfeição.
Nesse quadro político e institucional, os homens que queriam governar “por 20 anos” descuidaram-se e o sentimento de mudanças que permeava partidos de esquerda e movimentos sociais desde o período ditatorial, soube se movimentar, mesmo com suas divergências, contradições e até defecções, criando condições para que o país buscasse alternativas para o sufoco neoliberal.
Incrédulos com a vitória do metalúrgico semi-analfabeto em 2002, os serviçais e bajuladores da “Casa Grande”, fiéis leitores da cartilha econômica do neoliberalismo, apostaram suas fichas no fracasso e na incompetência do operário, sem jamais esconder o seu preconceito de classe e seu espírito impatriótico. À medida que o tempo avançou e o fracasso esperado do governo Lula não vinha, os órgãos de comunicação social foram mais uma vez acionados com bastante virulência no ano de 2005, pois nova derrota eleitoral seria o início do desastre.
De nada adiantou a campanha moralista naquela altura, curiosamente liderada por alguns dos políticos mais imorais e corruptos do país, alguns deles felizmente defenestrados nas recentes eleições, ou as CPIs policialescas instaladas nas duas casas do Congresso Nacional, onde a pregação intolerante contra o Partido dos Trabalhadores e a esquerda de um modo geral chegou a ser defendida com o chamamento à eliminação “dessa gente” da política brasileira. Bravatas, arrogância e intolerância substituíam os discursos políticos daquilo que se poderia esperar de uma oposição minimamente civilizada, se é que se pode chamar de civilizados um grande número de dilapidadores do patrimônio nacional em beneficio próprio.
Acuado, o governo soube esperar a hora do contra ataque. E o fez no seu segundo mandato, aprofundando as suas políticas sociais e de infraestrutura econômica. Lula se reelegeu em 2006 e chega a 2010, no final do seu governo, com um índice de popularidade “nunca visto antes na história desse país”. E mais: sai o operário e entra uma mulher. Impensável no Brasil de dez anos atrás.
O desafio que tem pela frente a presidente Dilma Roussef é enorme, a começar pela guerra diária que lhe imporá a vetusta oligarquia brasileira e sua velha mídia incompetente, desonesta e oportunista.
Mas, guerra é guerra e o povo, atento e organizado, sempre que chamado, irá se manifestar através de sindicatos, dos movimentos sociais, das entidades estudantis e dos partidos políticos comprometidos com a soberania do país e das suas conquistas sociais, fazendo avançar essas conquistas. E também através de uma nova mídia que se forma pela internet ou – o que espera o país – ver alguns jornais, revistas e televisões tendo que se ajustar a um novo marco regulatório para a comunicação social, tornando-a verdadeiramente democrática.
De hoje em diante toda atenção é pouca, porque o conservadorismo, agora efetivamente de mãos dadas com o emergente fascismo tupiniquim não irá descansar. E essa é uma união mais do que perigosa. Alguém já disse que para onde pender o Brasil, deverá pender a América Latina. Não deixemos que a vitória nos faça esquecer que o inimigo é forte e continuará sua insidiosa luta no dia a dia das calúnias, das mentiras, dos factóides, tentando minar a confiança do povo no seu novo governo.
Felicidades, presidente Dilma Roussef! Seja bem-vinda.
Izaías Almada é escritor, dramaturgo, autor – entre outros – do livro “Teatro de Arena: uma estética de resistência” (Boitempo) e “Venezuela povo e Forças Armadas” (Caros Amigos).
Postagem: Alessandra Gama
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Cidadania exercida: reta final de mãos dadas!

Vale muito a pena ler os artigos aqui contidos!
Sei que envio muitas vezes assuntos referentes a política, polêmicos, mas o faço por achar que todos temos o direito de exercer o nosso papel diante do que acreditamos. Por isso, caso não seja apreciativo para alguns de vocês, não são obrigados a ler os artigos aqui inseridos.
Faço o direcionamento somente para partilharmos nossos conhecimentos, e, por mais que eu queira ser imparcial, não poderia, pois estaria crucificando a minha própria essência.
Quero deixar claro, mais uma vez, que Não tive ou tenho a pretensão de induzir ou criticar os que são contrários a minha opinião. Deixo esse questionamento para vocês, intimamente.
Abaixo deixo somente um adendo para reflexão de todos, antes da leitura dos links.
xxxxxx
O impressionante é ver que o tempo passa, mas há atitudes que nunca mudam.
Nunca vi tantos jovens de baixa renda, os quais jamais sonhariam estar em uma universidade pública, que hoje desfrutam de igual para igual, tendo a oportunidade de um estudo de qualidade. Isso era um dos sonhos de uma sociedade igualitária e que hoje vemos, não no papel, mas já implantada no País. Lógico que não vivemos no mais perfeito dos mundos, e não mudaremos isso tão cedo, mas alguns tabus foram quebrados, esse fato é inegável e incontestável. Vemos uma real mudança social em nosso País
“ProUni
Criado pelo Governo Federal em 2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096, em 13 de janeiro de 2005, oferece, em contrapartida, isenção de alguns tributos àquelas instituições de ensino que aderem ao Programa.
Dirigido aos estudantes egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular na condição de bolsistas integrais, com renda per capita familiar máxima de três salários mínimos, o ProUni conta com um sistema de seleção informatizado e impessoal, que confere transparência e segurança ao processo. Os candidatos são selecionados pelas notas obtidas no ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio conjugando-se, desse modo, inclusão à qualidade e mérito dos estudantes com melhores desempenhos acadêmicos. “
Criado pelo Governo Federal em 2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096, em 13 de janeiro de 2005, oferece, em contrapartida, isenção de alguns tributos àquelas instituições de ensino que aderem ao Programa.
Dirigido aos estudantes egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular na condição de bolsistas integrais, com renda per capita familiar máxima de três salários mínimos, o ProUni conta com um sistema de seleção informatizado e impessoal, que confere transparência e segurança ao processo. Os candidatos são selecionados pelas notas obtidas no ENEM - Exame Nacional do Ensino Médio conjugando-se, desse modo, inclusão à qualidade e mérito dos estudantes com melhores desempenhos acadêmicos. “
Tenho certeza que jamais aconteceria em qualquer governo de direita que conhecemos no Brasil. Como não aconteceu no governo FHC, o qual ficou no papel, durante 8 anos.
Pense e reflita! Não podemos retroceder por medo ou desconhecimento dos fatos!
Vote consciente de estar votando certo e jamais por preconceito, medo ou desconhecimento. Isso é retrocesso!
Alessandra Gama.
xxxxxxFonte da Notícia: Rodrigo Vianna
Carta postada no site do Rodrigo Vianna, repórter da Record
Fonte da Notícia: Blog Eliéser Ribeiro
45 casos de corrupção no Governo PSDB-PFL (1994-2002)
Texto e postagem: Alessandra Gama
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Lip Service (NOVA série Inglesa) Atualizado 6º episódio legendado

Mais uma série inglesa para que possamos desfrutar de bom gosto, mulheres lindíssimas e com histórias interessantes.
Sim, nós podemos dizer que esta é uma versão inglesa da série americana “The L Word”, porém sem peder o mérito e seu encanto. A série é baseada em um grupo de amigas que vivem em Glasgow, capital da Escócia.
Conforme informações passadas pela BBC3 (A mesma emissora de Mistresses), a primeira temporada terá 6 epsódios, já encomendados. Vamos rezar para que está série se prolongue bem mais que Mistresses, que infelizmente parou no sexto epsódio da série.
Farei um resumão das personagens desta nova série e fica a dica, ela veio para marcar tanto quanto The L Word, basta que seus produtores estejam dispostos a investir pra valer na série.
FRANKIE (Ruta Gedmintas, vista em “The Tudors”), é uma fotografava provocativa e irreverente que evita toda espécie de compromissos
CAT (Laura Fraser), é a ex de Frankie, Arquiteta e vive um drama desde que Frankie abandonou quando a relação começou a ficar séria.
SAM (Heather Pearce, de “London’s Burning”), detetive de polícia. Cínica e engraçada, Sam não costuma esconder seus sentimentos, desarmando qualquer pessoa com sua honestidade. O problema é que ela espera receber o mesmo nível de sinceridade que oferece.
TESS (Fiona Button), é a melhor amiga de Cat, cuja maior característica é sua habilidade em atrair os tipos errados de mulher (sentimento, certamente, compartilhado por nós em algum momento de nossas vidas).
ED (James Anthony Pearson), é o irmão de Cat, um aspirante a escritor que atualmente faz qualquer tipo de trabalho temporário para pagar o aluguel. Sua vida amorosa é um desastre, pois está secretamente apaixonado por Tess.
JAY (Emun Elliot, de “Paradox”), também arquiteto, é o sujeito alegre do grupo que, apesar da separação das duas, mantém sua amizade com Cat e Frankie. Mulherengo assumido, ele luta para manter-se fiel à namorada Becky (Cush Jumbo, vista em “Torchwood”). Mas o retorno de Frankie, sua parceira de bebidas e farras, o leva a retomar seus velhos hábitos.
LOU FOSTER (Roxanne McKee), apresentadora de um programa matutino da televisão. Dona de um humor instável, ela pode passar de um comportamento frívolo e encantador para uma postura irracional e egoísta. Atraindo facilmente a atenção dos homens, Lou mantém seus desejos por mulheres em segredo. Ela não gosta de saber que é lésbica, mas ao conhecer Tess, seus sentimentos passam a dominá-la.
1º episódio
RMVB Legendado (Megaupload)
2º episódio
RMVB s/Legenda (Megaupload)
Legenda 2º epsódio (Megaupload)
3º episódio
RMVB Legendado (Megaupload)
4º episódio
AVI Legendado (Megaupload)
Fonte: redelesbica
5º episódio
AVI Legendado (Megaupload)
Fonte: redelesbica
6º episódio
AVI Legendado (Megaupload)
Fonte: redelesbica
Texto e Postagem: Alessandra Gama
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Mídia: os dois lados da moeda!
Minha intenção de colocar esses dois vídeos é somente “informativo” e uma forma de demonstrar o quanto é fácil a manipulação em massa em tempos eleitorais em prol de interesses escusos. Não estou aqui para alegar, discutir ou impor nada. E vale dizer que cada um de nós antes de qualquer decisão tomada, temos que ter nossos próprios argumentos para tal e não simplesmente "fatos" que tomamos conhecimento sem saber de sua idoneidade.
Cabe a nós a reflexão silenciosa, mas responsável, pelo que acreditamos e por que lutamos.
Abaixo dois vídeos, um fato e uma pergunta: devemos dar crédito a tudo que escutamos e vemos na TV, no rádio ou Jornal?
Protesto na Record?
Protesto na Globo?
Acho que julgar não é o termo mais adequado para o momento, e sim, gostaria de deixar claro que as duas formas de se expor um mesmo assunto abordado não é o que realmente importa e sim a forma como o colocamos em um veículo de grande repercussão no País.
Ai sim eu pergunto: é direito nosso saber realmente a notícia de uma forma clara e não editada a seu bel prazer?
Lógico que cada emissora aborda o assunto de forma diferente: uma mais contida e a outra mais sensacionalista. Porém, aumentar não é o mesmo que omitir, não é mesmo?! Dar mais valor ao fato específico, nos faz imparciais ao assunto abordado, mas o que vemos aqui não é exatamente isso
Temos que ter vontade própria e argumentos firmes e coesos. Não podemos nos deixar levar por intimidações de ambas as partes.
Vale refletir que nem tudo que vemos ou ouvimos é a verdade absoluta dos fatos que a compõem. E cabe a nós, descobrir!
Alê
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